top of page

Estado registrou oito casos de meningite bacteriana em 2019

  • 8 de abr. de 2019
  • 2 min de leitura

O Rio Grande do Sul já registrou oito casos de meningite desde o começo do ano, conforme balanço da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Deste total, houve dois casos com morte, ambos em São Leopoldo, no Vale do Sinos. A pasta não informou quais são as cidades onde os casos foram registrados. Segundo a SES, todos esses são casos de meningite bacteriana, considerada a mais grave. Este é o único tipo da doença que precisa ser notificado imediatamente à secretaria quando o exame clínico aponta suspeita. A meningite também pode ser causada por vírus ou fungos, mas, nestes casos, o tratamento é mais simples, e a doença, menos agressiva.

Vacinação na rede pública A meningite pode ser transmitida por vírus, fungos ou bactérias, sendo a meningite bacteriana a mais grave delas. Os principais sintomas são febre e manchas vermelhas no corpo, mas isso pode variar dependendo da bactéria que transmitiu a doença. A vacina meningocócica C, disponível na rede pública, protege contra o tipo C da bactéria Neisseria meningitidis.

Entre as formas de meningite bacteriana causadas por esse agente, o tipo C é o mais comum. As doses recomendadas são aos três e cinco meses de idade, com um reforço aos 12 meses. Crianças e adolescentes dos 11 aos 14 anos também têm recomendação da vacina, com a aplicação de dose única.

O SUS distribui ainda outros tipos de vacinas contra meningite que estão previstas no calendário de vacinação das crianças. Em todo o Rio Grande do Sul, são 1,8 mil postos de saúde que oferecem imunização,

Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite pneumocócica. Doses recomendadas: aos dois meses (1ª dose), quatro meses (2ª dose) e uma de reforço aos 12 meses.

Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra difteria, tétano, coqueluche e hepatite B. São três doses recomendadas: aos dois, quatro e seis meses, com reforços aos 15 meses e quatro anos.

BCG: protege contra as formas graves da tuberculose, principalmente em sua forma mais grave, que pode evoluir para uma meningite. Recomendação: dose única ao nascer.

Fonte: Zero Hora

Comentários


Faça parte da nossa lista de emails

Nunca perca uma atualização

Design sem nome (1).png

(51) 99638-2074

WhatsApp do Gabinete: 

Me siga nas Redes Sociais

  • Facebook do Vereador Dila
  • Instagram do Vereador Dila
  • Branca ícone do YouTube
bottom of page