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O que fazer quando falta leite especial para crianças alérgicas?

  • 10 de dez. de 2018
  • 2 min de leitura

O leite especial destinado a crianças com Alergia à Proteína do Leite da Vaca (APLV) vem apresentando falta no Estado. As fórmulas que substituem o alimento costumam ser entregues pelo Estado para famílias cadastradas. Entretanto, o produto está em falta e não há previsão para que o leite especial seja repassado novamente segundo as mães que foram buscar o produto. Sem as fórmulas, a única alternativa para algumas delas é comprar o produto, que custa entre R$ 100 e R$ 250 a lata, dependendo da marca e da idade da criança.Agora, além dele – indicado para crianças com mais de um ano –, o Neocate LCP 400g e o Pregomin Pepti 400g, para bebês menores de um ano, também não estão sendo entregues aos alérgicos.

Defensoria Pública

Quando a fórmula é fornecida pelo Estado e não há estoque, os responsáveis por crianças alérgicas à proteína do leite podem buscar apoio da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul. A orientação é que as mães e pais se dirijam à Defensoria com a negativa das Secretarias de Saúde, que informa que não há estoque do leite especial.

Com a documentação em mãos, os defensores fazem o pedido em uma ação judicial para que o Estado faça a compra do leite especial. Assim que a SES é comunicada, normalmente, ocorre decisão liminar (provisória) para que se inicie o fornecimento da fórmula para a criança. Caso isso não aconteça, a DP faz o bloqueio de valores da conta do Estado para a compra do produto.

Entenda melhor

É comum confundir APLV com intolerância à lactose. Entenda a diferença entre os dois problemas:

APLV - É a reação à proteína do leite de vaca. - É uma resposta do sistema imunológico à proteína do leite de vaca. - É comum em bebês e crianças.

Intolerância à lactose - É a reação à lactose, que é o açúcar do leite (não apenas de vaca). - É uma dificuldade do organismo em digerir a lactose, em razão da diminuição ou ausência da enzima lactase. - Todos nascem produzindo a enzima, pois somos mamíferos. Porém, com o tempo, é normal pararmos de produzi-la, e assim surge a intolerância. - É comum em adultos.

Produção: Diário Gaúcho

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